Páginas

Mostrar mensagens com a etiqueta Os pensamentos não são ideias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Os pensamentos não são ideias. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, julho 09, 2012

Desempregologia

Com a crise tão exposta, e a ideia generalizada que está para durar, vale a pena não esquecer que o mundo continua a girar no sentido contrário dos ponteiros do relógio, que o sol nasce e “morre” todos os dias, que o Inverno fez um acordo (não trokiano) com o Verão, que o ar continua a obedecer á rosa dos ventos, enfim apesar de toda esta crise instalada, a Biosfera mantêm-se alheia ao mundo humano. Será que nos estão ensinando algo que nós não conseguimos aprender? Lembro-me de se falar tanto em sexualidade e que esta temática deveria tornar-se numa disciplina, para ser leccionada nas escolas, afim de precaver o futuro sexual dos jovens. A realidade de hoje, faz brotar a temática do desemprego ( associado à omnipresença da crise), não seria má ideia criar mecanismos para que nascesse uma nova disciplina, a desempregologia, (a ciência que viria a estudar o fenómeno do desemprego e assim combatê-lo). Deste modo os jovens ficariam mais cientes do quanto é enganador a expressão - mercado de trabalho-, quando a grande percentagem procura um emprego onde trabalhar não combina.

quarta-feira, junho 06, 2012

Deriva!

O país a que todos chamam de Portugal e do qual DERIVA a minha nacionalidade, tornou-se no maior e talvez melhor recurso retórico que há na literatura. A metáfora acaba por ser uma cacofonia da expressão "mete fora", situação que nos dias de hoje é o que mais se assiste. Uma nação à DERIVA.

terça-feira, fevereiro 07, 2012

É de louvar e em simultâneo estranhar, a capacidade de partilha e de gostar que as pessoas revelam nesta rede chamada rostodolivro. O facebook, veio ajudar a camuflar ainda mais a distância que separa a sinceridade da não sinceridade. A amizade é um sentimento oceánico, que por maior que sejam as vagas do mar, poucas são elas para serem ocupadas por amigos. Que por maior que seja a rede, essa jamais apanhará aqueles que se escondem nas pronfundezas de uma memória seletiva. Antigamente, as vizinhas metiam-se à porta para saber da vida dos outros. Hoje, com essa coisa chamada, metafóricamente, de rede social, adicionam-se pseudo amigos para saber um pouco da vida deles. Com tantos amigos haja amizade para destribuir por todos.. não acredito nesta amizade facebookiana. Não gosto disto!

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Catorze de 02/2011

Para quem namora ou é namorado por alguém existe um dia especial. Coincide com a metade de vinte oito, de um mês que só tem vinte e nove dias quando o ano é bixesto. Fevereiro faz ferver corações apaixonados.
Hoje é catorze de Fevereiro, o dia em que, não obstante estar inserido na época de saldos, os produtos que lembram o vermelho do romantismo, sofrem de uma inflação brusca, tentando criar a ideia que a procura é maior do que a oferta, mentira. O Amor não se vende, muito menos se compra... e para aqueles que não são românticos ( porque quem é romântico não precisa procurar o amor, apenas oferecê-lo) tornam-se vítimas dos preços altos... que o coração não sabe comprar.
O Amor não tem cor, o dinheiro tem!
Amo as pessoas que gosto, porque gosto de amar.

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

H um N um.

Sabendo que a época da Gripe, que não é A, dá se muito bem com o primeiro trimestre do ano, e sabendo que a A, embora tenha um "H" e um "N" e dois "uns" no nome, é necessário estar atento a todos os sintomas gripais que não começem por estas letras e que podem ser mais do que dois.
Sendo A é a primeira vogal de um alfabeto rico em consoantes, em que a H existe apenas para não a pronunciarmos, onde a N pode insinuar que tudo começa do Nada, e que a infinidade dos numeros começa no 1, encontro no vírus H1N1 A gripe.
Apesar de ter o wikipédia a uma distância quase insignificante, levei mais tempo a procurar uma definição que tornasse diferente e mais desanuviada a forma de encarar esse flagelo que atormenta, novamente, a realidade social açoriana. Tenho a impressão que não atingi esse objectivo. Adiante.
Recorrendo à wikipédia, lá encontrei que o vírus dessa gripe pertence à familia orthomyxovridae, de Genero- Influenza A e com o subtipo H1N1. O H dá nome à hemaglutinina e o N à neuraminidase.
Numa comparação à familia homonidiae, à qual todos nós pertencemos, também somos todos de género homo, embora no que toca à especie, nem todos nós somos sapiens.
Numa situação como esta, a da gripe A, se calhar não basta ser apenas homo sapiens, é necessário ser-se duas vezes sapiens. A sapiência, para contornar as vicissitudes dessa "epandemia", poderá ser o melhor remédio para vencer essa Gripe.

quinta-feira, setembro 23, 2010

Imperfeito

Em alguns momentos da vida o presente faz do pretérito imperfeito!
Exemplo: naquelas situações em que estamos a fazer algo que nos dá prazer, quando inconvenientemente alguém ou alguma coisa interrompe.

quarta-feira, abril 07, 2010

Retratar...

Se reencontrar é tornar a encontar, se tornar a lembrar é relembrar, se reviver será voltar a viver momentos de uma experiência passada ... rematar é tornar a matar? Se assim fosse, todos aqueles que rematam num jogo de futebol estavam a "matar" um jogo já "morto" !Mas quem mataria um jogo de futebol mesmo antes de ele começar? Escutando a realidade, não é dificil de imaginar...

sexta-feira, março 12, 2010

Um sistema sem eco.

O mundo é o ecossistema da humanidade, o maior e verdadeiro habitat de todos os seres vivos.
A procura da qualidade de vida é um objectivo comum entre todos os seres humanos; somos nós, que temos capacidade para agir de acordo com a ética, e com ela tentar nunca beneficiarmos em detrimento de todos os outros organismos vivos.
Actualmente e, pese embora, a ciência da Ecologia já ter mais de um século, a verdade é que o equilíbrio entre todos os seres vivos e o meio ambiente é deveras muito relativa. E essa ciência só vem alertar as pessoas quando essas não agem adequadamente, com os princípios morais .
Hoje em dia, nada se faz na ausência de interesses ocultos, e aqueles que têm o poder em sua mão, conseguem superar todas as éticas.
O importante é haver consciensalização, compreendendo que o que é realizado pelo Homem acaba sempre por ter efeitos positivos e negativos, e é nesse antagonismo de valores que se deve encontrar o equilíbrio entre o que foi realizado e o que deixou de existir.
Se oferecermos à Ecologia um significado inflexível de como se deve encarar todas as atitudes do Homem na terra, então aí estaremos a por em risco o nosso equilíbrio mental.
Ninguém é dono da razão e a razão nunca é indiscutível, por isso e por tudo o que sucede no mundo actual, é natural que se acendam fogos de opiniões diversas e divergentes quando e com ajuda de meios tecnologicamente mecanizados, destrua-se uma paisagem para se conceber outra.
Entre essas duas paisagens, uma na qual já ficou na memória, alimentar-se-ão apreciações controversas, que entretanto mais controversas se tornarão quando num futuro curto, aqueles que defendiam a primeira paisagem irão proteger a segunda, da qual forma críticos, quando uma terceira surgir. Portanto, a facilidade de nos habituarmos às mudanças que a evolução da vida gere, é o essencial para que se conclua que a vida na terra divide-se entre o sobreviver dos animais irracionais e e o viver dos racionais... e somos nós os dominadores.

terça-feira, março 09, 2010

Liberdade de uma idade liberta

O conceito - liberdade -, convive tangencialmente com a ilusão de nos acharmos livres.
A realidade tornou-se subserviente à constituição das leis.
Existem leis que mais parecem slogans, que criam a ideia persuasiva de uma justiça capaz de cumprir com a sua própria dignidade institucional.
A selva está mais próxima de nós do que a imaginação está dos nossos pensamentos... continuarão os mais capazes, sobreviverão os mais resistentes, pena é, que apenas não exista uma única lei: a lei da Natureza... Darwin pensara somente na evolução animal.
A evolução do Ser Humano rege-se nos mesmos parâmetros, a única diferença assenta no facto dos animais selvagens não necessitarem de dinheiro para poderem sobreviver. Assim sendo, quem estiver mais próximo do acesso ao dinheiro, irá sobreviver e, passar essa riqueza para gerações posteriores. No futuro, só existirão famílias abastadas de dinheiro.
Existirão famílias enriquecidas de forma selvática, desumana... enfim, completamente enriquecidas ilegal, injusta e impunemente.
Eu vou ser uma espécie de búfalo a resistir na travessia do rio amazonas ou noutro qualquer, repleto de crocodilos esfomeados...apesar de ir conseguindo, há sempre mais rios para atravessar e outros tantos dentes que procuram matar a fome...matando!

segunda-feira, março 01, 2010

O Desemprego

Estar desempregado é mais do que não ter emprego. É um tédio sem hora de entrada nem saída!
Os números que marcam os dias do tempo são iguais aos números do dinheiro que não se ganha. Cada dia que passa não tem história.
Viver à procura de emprego, actualmente, está na moda. Eu sou um procurador do emprego, procuro umas vezes desmotivado, outras vezes com pouca motivação, porque na realidade o que me motiva é a remuneração vinda do trabalho.
Eu sou um procurador de mim mesmo, procuro-me várias vezes, sem que nessas vezes eu esteja perdido, faço-o porque gosto de me encontrar, quando essa é a única razão para estar bem comigo. Ninguém pode fazer isso por mim.

sexta-feira, fevereiro 12, 2010

Mente

Se um ser humano faz da mente o sustento da personalidade, é verdade que quanto maior for o exercicio da mente mais fácil será utilizar inteligente(mente) a mentira. Digo isso, porque a terceira pessoa, do singular, do verbo mentir no presente do indicativo, não é propriamente uma pessoa para se poder confiar, embora a mente seja um dos grandes requesitos da sua personalidade.

O Casamento

Grande parte da população urbana vive em apartamentos. Uns por cima dos outros, têm na letra T o tamanho de um lar que pode, muito bem, ter mais que 3 pessoas a viver nele, mas ser um... T3.
Com a construção avassaladora de edificios ( substantivo coletivo de apartamentos) fica cada vez mais dificil olhar para o céu e não ver janelas.
Para quem viva num apartamento, no 5º andar, será mais fácil sonhar alto?... Ver o mundo de uma prespectiva preveligiada...ficará o céu mais próximo? Para os religiosos fanáticos, será uma ótima (acordo ortográfico!) oportunidade para sentir O Deus tão perto? Sei lá!
Para aqueles que como eu, vivem (ainda) numa casa convencional, com tecto, com quintal, sem o epíteto T?, enfim, para essas pessoas ainda faz algum sentido semântico, sonhar em casar. Casar/casamento deriva do radical casa. Que interessante!
Num contexto mais urbano, para quem queira contrair matrimónio e vá viver para um apartamento, talvez fosse divertido alterar o vocábulo - casar - para « apartamentizar», ficando a palavra apartamento com o mesmo significado de casamento, nos contextos respectivos.